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sábado, 12 de junho de 2010

TURISMO EDUCATIVO JÚNIOR 2010

Aberto e acessível a todos os jovens! Excelente iniciativa do INATEL. Todos os jovens deveriam experienciar um programa de "Campo de Férias" (ou equivalente). Vale a pena!
Consultem e divulguem: http://www.inatel.pt/topimagecontent.aspx?menuid=35


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

DESCULPE, O SEU FILHO PRATICA DESPORTO ?


DESCULPE, O SEU FILHO PRATICA DESPORTO ?
SABEMOS QUE ESTÃO DISPOSTOS A FAZER TUDO PELO BEM ESTAR DO VOSSO FILHO.
SABEMOS TAMBÉM QUE GOSTAVAM DE LHE PROPORCIONAR UMA EXPERIÊNCIA AGRADÁVEL E DE O ENCONTRAR SATISFEITO DEPOIS DOS TREINOS E DAS COMPETIÇÕES
POIS BEM! GOSTARÍAMOS DE RECORDAR QUE A MANEIRA COMO DIARIAMENTE O ACOMPANHAM CONDICIONA OS EFEITOS DESSA PARTICIPAÇÃO.
NESTE SENTIDO, PROCUREM SEGUIR AS INDICAÇÕES QUE A SEGUIR VOS DEIXAMOS.
LEMBREM-SE, É O VOSSO FILHO QUE ESTÁ EM JOGO!



O QUE OS PAIS DEVEM FAZER

- Estarem presentes nas competições em que participem;
- Encorajá-los a respeitarem as regras da modalidade e do fair-play;
- Dar o bom exemplo através de um relacionamento amigável com os pais e acompanhantes dos adversários;
- Realçar sempre o prazer de fazer desporto e a alegria de participar;
- Elogiar o esforço realizado e os progressos conseguidos;
- Aplaudir todas as boas jogadas e as boas marcas alcançadas, independentemente de quem as realiza;
- Ajudar a conciliar a actividade escolar com a actividade desportiva do filho;
- Apoiar e acompanhar a sua actividade desportiva, sem o pressionar ou intrometer-se;
- Ter sempre presente que se trata de uma actividade dos jovens e para os jovens;
- Ajudar o treinador, o dirigente e o clube na resolução dos problemas relacionados com a actividade desportiva em que ele está envolvido;
- Ter um comportamento respeitador e comedido perante as vitórias e as derrotas e ajudar o filho a assumir semelhante atitude.


O QUE OS PAIS NÃO DEVEM FAZER

- Forçar os filhos a participarem em qualquer actividade desportiva;
- Discutir com os árbitros e juízes;
- Comentar publicamente, de forma depreciativa, o comportamento de jogadores, árbitros e outros pais;
- Interferir de algum modo no trabalho do treinador;
- Criticar os maus resultados alcançados pelo filho;
- Contribuir para criar expectativas exageradas sobre o seu futuro com praticante desportivo;
- Alimentar, com elogios fáceis, o aparecimento de atitudes de vaidade e de sobranceria;
- Proibir a prática desportiva, como forma de castigo, em particular face a maus resultados escolares.

In “JOVENS NO DESPORTO – UM PÓDIO PARA TODOS”
SECRETARIA DE ESTADO DO DESPORTO
CENTRO DE ESTUDOS E FORMAÇÃO DESPORTIVA

domingo, 10 de janeiro de 2010

ABC de BRAGA!


Caros leitores,
Nas últimas semanas temos lido muito sobre o desenvolvimento desportivo nacional, causas e devidas consequências do "deficiente" investimento em infra-estruturas desportivas, mega-eventos desportivos, favorecimento de modalidades em detrimento de outras, etc. Na nossa opinião são como as mensagens de aconchego e afectividade que recebemos e oferecemos nesta época natalícia: "A época e as tradições repetem-se ano após ano, mas os votos de afabilidade renovam-se!". Infelizmente, o mesmo se passa com o desporto e respectivas políticas de desenvolvimento desportivo nacional: "Muda o ano no calendário, mas as medidas e decisões aplicadas renovam-se, tal como o discurso dos críticos." Conclusão: Não muda rigorosamente nada! 
Ora bem, já que o objectivo da Escola Desportiva é mostrar bons exemplos do desporto, apresentamos um exemplo da inexistência da tão importante - diria imprescindível -  formação de dirigentes, má gestão desportiva, etc. que levou quase, quase à extinção de um clube - por acaso referência nacional e internacional na modalidade: ABC de BRAGA (anteriormente ABC - Académico Basket Club).
Poderão consultar na webpage www.abcdebraga.com a história do clube, bem como o palmarés. É de facto incrível que mesmo em falência técnica, o ABC num período de 2 anos - em sufoco -  conseguiu manter a credibilidade, orgulho, cultura de campeão e conquista dos principais títulos nacionais da modalidade - nos vários escalões. Isto deve-se a quê ou a quem? Deve-se muito à cultura de formação que o clube mantém desde sempre. Ao orgulho e permanência activa dos ex-jogadores. Será que parte deste sucesso se deve à cultura aplicada em 1990 por Alexander Donner e seguida pelos internos do clube - p.e. Jorge Rito? (formação, cultura de campeão, modelo de jogo). Será um exemplo da cultura interna implícita, como se vive em Barcelona, mas em pequena escala? (Não esquecer que o Barcelona no Andebol é uma referência mundial).
Aqui está um excelente exemplo para muitas colectividades, o modo como o ABC e "amigos do ABC" deram a volta à crise interna no clube - mesmo  não sendo a modalidade rainha em Portugal, concretamente em Braga.